Echo montava seu cavalo pardo e cavalgava na mais provável velocidade que podia alacançar. Tremia de medo por dentro, mas não temia errar. Todas as suas dores e mágoas eram como lenha em uma lareira chamada Coração. Ele fervilhava e franzia a testa e cerrava os dentes.
O mundo inteiro passava ao seu lado, em um tempo em que não havia nada dessas tecnologias, ele praticamente voava em seu cavalo e o o próprio cavalo sentia como se flutuasse ao tocar as areias de um novo deserto. Echo ainda estava com medo, mas era o combustível para mudar o mundo, o seu mundo.
Em alguns momentos ele lembrava-se que tivera um amor, mas que não deu certo e por isso desistiu de tudo isso, queria logo chegar ao seu destino e poder descansar um pouco, uma vez que fazia um dia que não dormia direito, já estava tendo delírios com coisas e lugares.
...
domingo, 27 de maio de 2007
segunda-feira, 23 de abril de 2007
Em um outro Abril
Todos os dias eu pego as mesmas fotos para te ver, são velhas, ou têm apenas dois meses, mas eu gosto de ficar olhando para teus traços impressos naquele papel especial. Na verdade gosto mesmo de olhar para tuas mãos, elas estão especialmente bonitas naquela posição.
Talvez não tenhas percebido, mas eu guardei tuas fotos, umas que tu deixastes cair enquanto corria na mudança. Parece que nem se importava com o tempo, é assim que andas, sem se importar com o tempo. Teu rosto sempre inebriado de uma brisa leve e um olhar em busca de algo.
Todos andam meio perdidos por aí, e você só dá face ao sentimento. Houve corações que pretendi trazer para dentro do meu, parece que eles nunca couberam em mim e muito menos eu coube em alguns deles. Teu coração é perfeito.
Devo dizer tais insanidades por não enxergar perfeitamente, eu uso óculos, às vezes incomoda, outras vezes serve para eu me esconder - e fujo - atrás de lentes. Lentes de contato me mantém à distância, um espaço ao qual quero logo suprimir de minha vida...
Preciso da presença alheia que me conforta, por isso, quase todas as noites eu vejo as mesmas fotos tuas, com os olhos fixos num ponto distante, inexistente, inebriante e as mãos, daquela forma bem bonita sabe? Só as mãos, é por isso mesmo que eu vejo as tuas fotos, por causa das tuas mãos.
Talvez não tenhas percebido, mas eu guardei tuas fotos, umas que tu deixastes cair enquanto corria na mudança. Parece que nem se importava com o tempo, é assim que andas, sem se importar com o tempo. Teu rosto sempre inebriado de uma brisa leve e um olhar em busca de algo.
Todos andam meio perdidos por aí, e você só dá face ao sentimento. Houve corações que pretendi trazer para dentro do meu, parece que eles nunca couberam em mim e muito menos eu coube em alguns deles. Teu coração é perfeito.
Devo dizer tais insanidades por não enxergar perfeitamente, eu uso óculos, às vezes incomoda, outras vezes serve para eu me esconder - e fujo - atrás de lentes. Lentes de contato me mantém à distância, um espaço ao qual quero logo suprimir de minha vida...
Preciso da presença alheia que me conforta, por isso, quase todas as noites eu vejo as mesmas fotos tuas, com os olhos fixos num ponto distante, inexistente, inebriante e as mãos, daquela forma bem bonita sabe? Só as mãos, é por isso mesmo que eu vejo as tuas fotos, por causa das tuas mãos.
segunda-feira, 19 de março de 2007
algum lugar longe de casa.
Havia uma mulher nua no alto da colina, e lá debaixo eu podia vê-la toda e em todas as horas do seu dia solitário, ela não era nenhum tipo de selvagem ou coisa parecida, mas sim uma dona de casa como todas as donas de casa do mundo inteiro, só faltava-lhe os filhos que não tinha e as roupas que não fazia questão de usar.
Ela passava os dias todos nua e sublime como uma Vênus, lavava roupa (?) e cuidava da horta que plantara pra si e pra algum visitante (quem vai saber) e de sua chaminé sempre vinha um bom cheiro de alguma coisa gostosa de saboreiar. Eu não trabalhava naquela época, 15 anos te fazem viajar e você nem sabe pra que lado vai realmente, logo eu ficava horas e horas lendo qualquer bobagem, ou de fato algo erudito, e olhando pra ela.
Quase um ano inteiro eu a observei, nua lá na colina dela, era um transe e era mais interessante que qualquer Júlio Verne, até pensei que ela voasse todas as noites para alguma praia distante, mas ela era muito culta, já a vi ler diversas vezes. Passava os dias nos seus afazeres domésticos e a noite lia demoradamente algum clássico.
Talvez você me pergunte como eu sei de alguns detalhes como as leituras dela, sim caro leitor, eu fui lá. Era a maior atração da minha vida, pensei muito sobre o quando ela decidisse ir embora, pensei em todos os perigos que poderiam cair sobre ela, animais e homens que quisessem rondar a sua casa, o seu castelo e a sua nudez.
Uma noite dessas à toa na vida (se bem que minha vida era à toa, logo todas as minhas noites eram vagas) subi a colina e bati na porta dela, para meu espanto ela abriu e estava nua como de costume, não se assustou e nem nada com a minha presença, permaneceu peladinha como antes e começou qualquer conversação:
- Olá, você gostaria de entrar?
Bem, a princípio eu não sabia bem o que responder, vocês compreendem isso é um tanto embaraçoso para mim, sabe, todos aqui embaixo nos vestimos e essas coisas e eu chego lá e a moça estava nua, vocês entendem isso? É um bocado embaraçoso. Depois de encontrar um ponto fixo para olhar eu disse:
- Eu posso?
- Claro que sim, preparei umas torradas, não gostaria de entrar e conversar? Disse ela toda a vontade.
- Por mim tudo bem...
E adentrei a sua casa de madeira e com lareira acesa e tudo, e ela foi até a cozinha e trouxe as tais torradas e o café e pediu pra que eu sentasse em qualquer lugar que me fosse mais confortável, e eu permaneci olhando a sua livre nudez, pensei em tirar minha roupa, mas não sabia se era apropiado, eu poderia - de alguma forma - profanar aquele local...
.... continua.
Ela passava os dias todos nua e sublime como uma Vênus, lavava roupa (?) e cuidava da horta que plantara pra si e pra algum visitante (quem vai saber) e de sua chaminé sempre vinha um bom cheiro de alguma coisa gostosa de saboreiar. Eu não trabalhava naquela época, 15 anos te fazem viajar e você nem sabe pra que lado vai realmente, logo eu ficava horas e horas lendo qualquer bobagem, ou de fato algo erudito, e olhando pra ela.
Quase um ano inteiro eu a observei, nua lá na colina dela, era um transe e era mais interessante que qualquer Júlio Verne, até pensei que ela voasse todas as noites para alguma praia distante, mas ela era muito culta, já a vi ler diversas vezes. Passava os dias nos seus afazeres domésticos e a noite lia demoradamente algum clássico.
Talvez você me pergunte como eu sei de alguns detalhes como as leituras dela, sim caro leitor, eu fui lá. Era a maior atração da minha vida, pensei muito sobre o quando ela decidisse ir embora, pensei em todos os perigos que poderiam cair sobre ela, animais e homens que quisessem rondar a sua casa, o seu castelo e a sua nudez.
Uma noite dessas à toa na vida (se bem que minha vida era à toa, logo todas as minhas noites eram vagas) subi a colina e bati na porta dela, para meu espanto ela abriu e estava nua como de costume, não se assustou e nem nada com a minha presença, permaneceu peladinha como antes e começou qualquer conversação:
- Olá, você gostaria de entrar?
Bem, a princípio eu não sabia bem o que responder, vocês compreendem isso é um tanto embaraçoso para mim, sabe, todos aqui embaixo nos vestimos e essas coisas e eu chego lá e a moça estava nua, vocês entendem isso? É um bocado embaraçoso. Depois de encontrar um ponto fixo para olhar eu disse:
- Eu posso?
- Claro que sim, preparei umas torradas, não gostaria de entrar e conversar? Disse ela toda a vontade.
- Por mim tudo bem...
E adentrei a sua casa de madeira e com lareira acesa e tudo, e ela foi até a cozinha e trouxe as tais torradas e o café e pediu pra que eu sentasse em qualquer lugar que me fosse mais confortável, e eu permaneci olhando a sua livre nudez, pensei em tirar minha roupa, mas não sabia se era apropiado, eu poderia - de alguma forma - profanar aquele local...
.... continua.
domingo, 18 de março de 2007
em cima da cama, dentro o céu!
Vejo-me num futuro próximo e até me assusto com isso tudo porque é tão engraçado, eu vejo cada pedaço de cena, e imagino-me e em algum filme directed by me em que coisas se movem de forma nada convencional.
Mas você percebe aquele tipo de gente que nem precisa fazer muito esforço pra tornar-se especial, até porque nasceu com um pedaço do céu na barriga e simplesmente arrota as melhores sentenças e os melhores sabores de uma vida, digamos, vivível. Não sei se enendo bem disso, mas ao ver essas pessoas prendo-me em que permanecer lá, bem do ladinho, talvez uma amizade nasça disso tudo, só que no fim todo mundo vai para lugares distintos.
A tristeza consiste nisso tudo, você querer que momentos sejam para sempre enquanto o máximo que conseguem é tornarem-se eternos num segundo e só. Daí responde a tua melancolia constante, num mundo todo torto.
Eu fazia parte de um grupo de muito tempo atrás, hoje não faço parte de mim.
E penso no dia todo a fim de que venha o sono rápido e certeiro como uma anestesia salvadora, parece-me que quanto mais queremos menos temos o desejado. Foda-se esse paradoxo todo, seja simples como uma coca-cola no fim de tarde de sexta-feira aquecida. Então, ponho-me a imaginar o futuro e eu no leading role, esperando pela banda chegar, esperando, porque "a paciência é uma virtude", uma virtude lentinha viu!
Mas você percebe aquele tipo de gente que nem precisa fazer muito esforço pra tornar-se especial, até porque nasceu com um pedaço do céu na barriga e simplesmente arrota as melhores sentenças e os melhores sabores de uma vida, digamos, vivível. Não sei se enendo bem disso, mas ao ver essas pessoas prendo-me em que permanecer lá, bem do ladinho, talvez uma amizade nasça disso tudo, só que no fim todo mundo vai para lugares distintos.
A tristeza consiste nisso tudo, você querer que momentos sejam para sempre enquanto o máximo que conseguem é tornarem-se eternos num segundo e só. Daí responde a tua melancolia constante, num mundo todo torto.
Eu fazia parte de um grupo de muito tempo atrás, hoje não faço parte de mim.
E penso no dia todo a fim de que venha o sono rápido e certeiro como uma anestesia salvadora, parece-me que quanto mais queremos menos temos o desejado. Foda-se esse paradoxo todo, seja simples como uma coca-cola no fim de tarde de sexta-feira aquecida. Então, ponho-me a imaginar o futuro e eu no leading role, esperando pela banda chegar, esperando, porque "a paciência é uma virtude", uma virtude lentinha viu!
quinta-feira, 8 de março de 2007
Sobre o crescimento e um bate papo.
Então todos começaram uma interminável corrida até o início e lá ficaram descansados e pensativos, eu era a única que estava realmente em silêncio, observava tudo e todos em seus menores movimentos e sentia a falta de qualquer pessoa importante pra mim, ou que eu fiz importante, mas o que isso realmente importa? Talvez pra lembrar o quão feliz esse alguém já te fez e que decepções são remédios pra crescer melhores e mais eficazes que Biotônico Fontoura. E eu curto mesmo essa onda de crescer bastante, tudo o que é decepcionável eu tomo e com um gosto jamais visto, todos têm seus problemas, eis o meu: gostar de crescer, amargamente e com algum prazer.
A gente permaneceu por ali mais algumas horas, naquele silêncio que deixava minha ansiedade a flor da pele, louca pra sair e correr só pra dizer que se moveu ou que fez alguma coisa a mais do que somente deitar-se e pensar, pensar, pensar. Entrei no ônibus por último, logo todos me olharam, isso é um tipo de marketing de guerrilha tão bobo, porém muita gente utiliza-o para ser visto de alguma forma em algum lugar. Ou em todos.
Porém, de todos, um garoto só captava toda a tristeza e ele era realmente muito triste e parecia mais só do que nunca, talvez por acolher os solitários e abandonados do planeta eu tenha escolhido justamente a poltrona ao lado dele. Só de sentar-me ao seu lado um sorriso pequeno apareceu, um alívio imediato, isso me deixou feliz por ele estar feliz. Daí não resisto à tentação de achar que isso é o começo de alguma coisa, e o ciclo de crescimento continua, sempre e sempre.
Eis que martela uma questão: por que eu não sei deixar de lado? ou por que me apaixono tão fácil? E isso é todo dia, é questão de um pouco de atenção. Mas deixemos de filosofar acerca de assunto tão chato (hoje tá chato pra mim). Por que gostei mesmo do rostinho do rapaz triste, e ele era mais bonito que o normal, ou seja, feliz ele era mais bonito que triste, se bem que isso não tem nada a ver. Perguntei a ele se gostaria de ir correr amanhã, ele disse que tudo bem, ficamos em silêncio e esperamos o fim da viagem.
- Eu fico por aqui, disse ele.
- Ah! foi um prazer em conhecer-te. Disse eu.
- Idem, disse ele.
- Até. Disse eu.
- Até, disse ele.
E quase com o corpo fora do ônibus ele volta e pára ao meu lado:
- Er... Desculpa, mas qual é o seu nome, disse ele vacilante.
- Me e o seu? Disse eu criando intimidade.
- John.
- Humm, então até mais. Disse eu.
- Até, disse ele sorridente.
A viagem seguiu tranqüila, cheguei em casa e pensei nisso também, quando será que eu encontraria ele novamente? Algumas pessoas a gente só vê uma vez, ou acha que será assim, mas do nada, quando a gente menos espera lá estão esse tipo de pessoa, especiais e lindas, elas aparecem e dizem um "oi" mais do que esperado... Isso eu já aprendi, é o tempo meu caro, é o tempo e só.
A gente permaneceu por ali mais algumas horas, naquele silêncio que deixava minha ansiedade a flor da pele, louca pra sair e correr só pra dizer que se moveu ou que fez alguma coisa a mais do que somente deitar-se e pensar, pensar, pensar. Entrei no ônibus por último, logo todos me olharam, isso é um tipo de marketing de guerrilha tão bobo, porém muita gente utiliza-o para ser visto de alguma forma em algum lugar. Ou em todos.
Porém, de todos, um garoto só captava toda a tristeza e ele era realmente muito triste e parecia mais só do que nunca, talvez por acolher os solitários e abandonados do planeta eu tenha escolhido justamente a poltrona ao lado dele. Só de sentar-me ao seu lado um sorriso pequeno apareceu, um alívio imediato, isso me deixou feliz por ele estar feliz. Daí não resisto à tentação de achar que isso é o começo de alguma coisa, e o ciclo de crescimento continua, sempre e sempre.
Eis que martela uma questão: por que eu não sei deixar de lado? ou por que me apaixono tão fácil? E isso é todo dia, é questão de um pouco de atenção. Mas deixemos de filosofar acerca de assunto tão chato (hoje tá chato pra mim). Por que gostei mesmo do rostinho do rapaz triste, e ele era mais bonito que o normal, ou seja, feliz ele era mais bonito que triste, se bem que isso não tem nada a ver. Perguntei a ele se gostaria de ir correr amanhã, ele disse que tudo bem, ficamos em silêncio e esperamos o fim da viagem.
- Eu fico por aqui, disse ele.
- Ah! foi um prazer em conhecer-te. Disse eu.
- Idem, disse ele.
- Até. Disse eu.
- Até, disse ele.
E quase com o corpo fora do ônibus ele volta e pára ao meu lado:
- Er... Desculpa, mas qual é o seu nome, disse ele vacilante.
- Me e o seu? Disse eu criando intimidade.
- John.
- Humm, então até mais. Disse eu.
- Até, disse ele sorridente.
A viagem seguiu tranqüila, cheguei em casa e pensei nisso também, quando será que eu encontraria ele novamente? Algumas pessoas a gente só vê uma vez, ou acha que será assim, mas do nada, quando a gente menos espera lá estão esse tipo de pessoa, especiais e lindas, elas aparecem e dizem um "oi" mais do que esperado... Isso eu já aprendi, é o tempo meu caro, é o tempo e só.
segunda-feira, 5 de março de 2007
um início.
Faltavam apenas dois passos para uma palavra só, era só dizer qualquer coisa, tentar prender aquela atenção... Mas parece que sempre ia dar errado. Será que gostava dele assim!?
domingo, 25 de fevereiro de 2007
Um dia ou Três...
Um dia ou três foram simplesmente o necessário para que eu tivesse um interesse por tudo aquilo que acontecia de novo. E as novidades sempre me fizeram buscar mais.
Não pensei nunca em mudar meus pensamentos por conta de uma brisa qualquer que tenha soprado por acaso no meu jardim, porém, um dia percebi que nada acontece sem uma razão, até mesmo o amor, aquele que culpam por ser sentimental demais, até ele possui uma razão. Talvez seja a mais complexa e simples de todas, tudo junto e ao mesmo tempo... é preciso vida pra compreender essas e muitas outras águas.
Então eu percebi que ao fechar os olhos muitas imagens íntimas de meu ser apareciam muito rapidamente e não havia nada que eu pudesse fazer para conter meus próprios pensamentos, e eu não sentia que havia nada de impuro nesses sonhos despertos e permiti que continuassem a existir, e deixei-me no transe até que eu não podia mais nada em mim.
"São como flores num novo jardim, são como rosas, são seus perfumes todos juntos e eram apenas sorrisos, eram sorrisos de uma sincera felicidade".
E permiti que continuassem...
Não pensei nunca em mudar meus pensamentos por conta de uma brisa qualquer que tenha soprado por acaso no meu jardim, porém, um dia percebi que nada acontece sem uma razão, até mesmo o amor, aquele que culpam por ser sentimental demais, até ele possui uma razão. Talvez seja a mais complexa e simples de todas, tudo junto e ao mesmo tempo... é preciso vida pra compreender essas e muitas outras águas.
Então eu percebi que ao fechar os olhos muitas imagens íntimas de meu ser apareciam muito rapidamente e não havia nada que eu pudesse fazer para conter meus próprios pensamentos, e eu não sentia que havia nada de impuro nesses sonhos despertos e permiti que continuassem a existir, e deixei-me no transe até que eu não podia mais nada em mim.
"São como flores num novo jardim, são como rosas, são seus perfumes todos juntos e eram apenas sorrisos, eram sorrisos de uma sincera felicidade".
E permiti que continuassem...
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